Rico e Jovem

Por que os ricos ficam cada vez mais ricos?

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Por que há tanta diferença entre os ricos e os pobres? Por que uns se dão tão bem e outros mal conseguem pagar as contas? Toda essa diferença se dá pela maneira de pensar de cada um e as escolhas que fazem.

Um dos grandes ensinamentos que a série de livros de Robert Kiyosaki tem a nos mostrar é a forma que os ricos pensam em relação ao dinheiro, às suas posses, e sobre os seus negócios.

Sem ter essa mentalidade que os ricos têm, você pode ganhar na loteria, ter uma casa de um milhão e uma Ferrari na garagem e mesmo assim você não será rico, tendo uma grande probabilidade de gastar todo o dinheiro antes do final de sua vida sem deixar nada para as suas próximas gerações.

Analisando bem podemos identificar algumas diferenças entre uma pessoa de poucas posses e um rico.

#1 - Pensamentos sobre o tempo

A primeira diferença entre os mais ricos e os mais pobres é o pensamento sobre o tempo, no sentido do olhar sobre o futuro: curto prazo, médio prazo e longo prazo.

Quem está na faixa da classe média, pensa basicamente de mês a mês no que tange ao seu dinheiro. Pensa quando recebe o contracheque e pensa quando os valores no banco estão baixando ou zerando no final do mês.

E, bem diferente, quem possui mais posses, pensa no longo prazo, de 5 a 10 anos para frente ou até mais. Com isso, consegue enxergar, por exemplo, que comprar um terreno em uma área um pouco distante valerá a pena. Não hoje. Não neste mês, mas daqui a 10 anos.

 

#2 - Diferenças sobre riscos

Sabemos que quanto mais riscos mais chances de ganhar mais em investimentos. Se investirmos na poupança, teremos risco zero, porém os juros recebidos serão baixos. Se investirmos em ações, o risco será maior (poderemos perder inclusive tudo), mas o que ganhamos em um ano de poupança poderá ser obtido em um dia na bolsa.

Segundo Keith Smith, os ricos enfrentam os riscos. É claro que os riscos são calculados em termos de chances de perda e de ganho (não se faz nada sem pensar bem antes, evidentemente).

 

#3 - Diferenças sobre aprendizagem

Ter um diploma de curso superior não significa que você ficará milionário, certo?

O mais curioso é o caso das pessoas que são formadas em administração e economia, trabalham em banco como gerentes ou supervisores, e não conseguem melhorar sua condição financeira com o passar dos anos.

A grande diferença aqui é que os mais ricos nunca param de aprender. E aprender não significa apenas a aprendizagem formal (de ter tantas e tantas pós-graduações), mas também a aprendizagem que podemos obter em cursos livres, em livros, em conversas com pessoas mais capacitadas.

A classe média alta (ou média-média) pensa que o aprendizado acaba com o Ensino Superior e a classe baixa talvez nem tenha concluído o Ensino Médio. Exceções à regra existem, obviamente. Porém, se notarmos a exceção, veremos que quem nem tem a quarta série do Ensino Fundamental e enriqueceu, não parou de aprender – ao menos sobre como investir e ter mais renda.

 

#4 - Diferenças sobre generosidade

Esse ponto, creio eu, é particularmente controverso. Smith coloca que os ricos podem ser generosos, enquanto os pobres não podem se dar ao luxo de doarem o que tem.

Contudo, um ponto importante é que muitos dos mais ricos (ao contrário do que imaginamos), pensa de construir sua fortuna para poder ajudar. Talvez pense inicialmente de ajudar seus filhos, netos, bisnetos e parentes. Com o tempo e com o aumento do patrimônio, percebe que conseguirá ajudar muito mais gente. E assim o faz, frequentemente sem fazer alarde da sua generosidade.

Entram aqui também questões espirituais, digamos. Muitas pessoas acreditam que existe uma relação de causa e efeito nas ações (como o karma hindu). Assim, quem dedica o seu tempo ou doa parte da sua renda, teria o retorno das suas boas ações no futuro.

Não precisamos acreditar, na verdade. Se observarmos bem, veremos que isto se baseia na lei da reciprocidade. Conheço o caso de um senhor que trabalhou muitos anos, voluntariamente, em um asilo. Quando estava para se aposentar e passando por certas dificuldades financeiras, o asilo o chamou para ser um dos diretores, com um excelente salário.

Evidente que o senhor não ajudou durante mais de 2 décadas tendo em vista esse retorno. Porém, foi o que lhe aconteceu.

É a lei da reciprocidade, dar e receber.

 

#5 - Rede de contatos

Rede de contatos. Em inglês, network. Os mais ricos procuram sempre expandir a sua rede de contatos, enquanto que os mais pobres se fecham cada vez mais no círculo de amizades já criado.

É fato que quanto mais pessoas conhecemos, mais oportunidades financeiras surgem. Talvez apareça uma oportunidade de um novo trabalho, de um novo serviço, de um novo investimento. Talvez uma ideia que pode mudar uma vida.

Criar novos contatos e procurar manter os contatos anteriores: uma outra diferença fundamental que refletirá nos ganhos.

 

#6 - Uma pergunta, meia resposta

Estou certo que vocês conhecem a frase que diz que uma pergunta bem feita é meio caminho para a resposta. A última diferença apontada por Smith é a seguinte:

Os mais ricos se colocam questões que o fazem crescer (empowering questions), enquanto que os outros se colocam perguntas que o fazem desistir.

Aqui, vou utilizar um exemplo de algo que sou muito abordado e, que é ilustrativo sobre o modo de colocar a questão: Ganhar dinheiro ou fazer o que se gosta?

Esta é uma forma de perguntar que já limita a resposta. Temos que dizer OU um OU outro. Ou 8 ou 80. Por isso é tão importante perceber o modo de se colocar a pergunta. Por que não: como vou ganhar dinheiro e fazer o que eu gosto? É uma pergunta que traz outro tipo de resposta: como vou fazer isto E aquilo?

 

Enfim, a base de tudo está enraizada na pessoa. O conhecimento e a maneira de agir e reagir as situações é que determina o sucesso e o fracasso. Assim se fazem os ricos e os pobres.

Como dizia aquela velha música: "...onde o rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre..." As Meninas.

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