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Investindo no Tesouro Direto

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Para o investidor conservador e que não quer correr riscos, esse é o melhor investimento.

Como mencionado no artigo anterior, os títulos da dívida pública do governo são chamados de tesouro direto.

O governo assume essa dívida, pois possui gastos com saúde, educação, etc. Dessa forma ele precisa financiar esses gastos. Uma das formas do governo arrecadar dinheiro é através dos tributos (Imposto de renda, IPVA, etc). Outra forma é contraindo dívidas por meio da emissão de títulos públicos.

Para começar a investir é simples, siga os passos a baixo:

#1 - Cadastre-se no site do Tesouro Direto e abra uma conta em uma corretora de valores.

O processo é simples e não toma muito tempo. Caso você já tenha conta em corretora, fica ainda mais fácil. Em breve teremos um artigo sobre corretoras.

 

#2 - Analise o prazo do título que pretende comprar.

É importante que o prazo do título esteja relacionado com seu objetivo para a aplicação. Quanto maior o prazo de resgate, maior o retorno.

 

#3 - Acompanhe o título.

Diariamente você pode verificar o andamento do título, em alguns casos pode ocorrer de um título se valorizar e ser mais vantajoso sua venda antecipada. Em outros casos, um título pode desvalorizar momentaneamente e ficar mais interessante comprar mais cotas do mesmo.

 

Tipos de títulos disponíveis

Pré-fixados: O investidor sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se esperar até o final da aplicação.

Pós-fixados: O investidor receberá uma remuneração de acordo com um indexador (são índices como o IPCA, por exemplo, que serve para medir a inflação).

 

Tesouro Prefixado (LTN) – Título com rentabilidade definida (prefixada) no momento da compra

É um título pré-fixado, ou seja, você sabe a rentabilidade prometida da aplicação se esperar até o vencimento.

Vantagens:

Você sabe exatamente quando irá receber na data do vencimento.
No geral se paga um valor um pouco maior que a taxa de juros, por você estar correndo o risco da taxa de juros subir e você ganhar menos.
Pode gerar ganhos no curto prazo se a taxa de juros cair.


Desvantagem:

Se a taxa de juros subir e você precisar do dinheiro no curto prazo, você pode perder dinheiro.

 

Tesouro Selic (LFT) - Título com rentabilidade diária vinculada à taxa Selic

É um título pós-fixado, pois se valor é corrigido pela variação da taxa básica de juros, a Taxa SELIC. Pode-se considerar um investimento bem conservador.

Vantagens:

Irá variar de acordo com a Taxa SELIC. Logo, é uma alternativa muito boa se compararmos ao CDB, pois a LFT paga muito próximo de 100% do CDI.
É um título interessante para o curto prazo.


Desvantagens:

Em um cenário de queda de taxa de juros ou de inflação a níveis próximos da Taxa SELIC, o ganho real pode ser próximo a zero.

 

Tesouro IPCA + (NTN-B) - Títulos com rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), acrescida de juros

É um título pós-fixado indexado a inflação. Isso significa que o valor do título é atualizado pelo IPCA (índice de inflação utilizado pelo governo).

A NTN-B distribui juros periodicamente, ou seja, se você investiu dinheiro na NTN-B irá receber semestralmente um valor na sua conta.

Uma NTN-B com que paga 4% ao ano rentabiliza 4% + inflação ao ano. Se a inflação for de 6% o seu título irá valorizar 4% + 6% = 10%.

Vantagens:

Rentabilidade real, ou seja, rentabiliza acima da inflação.
Muito interessante para quem deseja acumular patrimônio num prazo longo, tendo uma rentabilidade acima da inflação.
Título possui prazos longos o que ajuda quem quer investir para o longo prazo.
Bom para quem quer receber renda corrigida pela inflação.


Desvantagens:

Se os juros subirem e você precisar do dinheiro no curto prazo, pode ter perda de capital.
No curto prazo tende a oscilar bastante.

 

Custos e Tributação:

Entre as tributações temos o famoso Imposto de Renda que varia da seguinte forma:

22,5% para aplicações com prazo de até 180 dias;
20% para aplicações com prazo de 181 dias até 360 dias;
17,5% para aplicações com prazo de 361 dias até 720 dias;
15% para aplicações com prazo acima de 720 dias.
Para resgates em aplicações com menos de 30 dias existe também o IOF.

Outros custos:

Taxa cobrada pela BMF&BOVESPA que é a taxa de custódia de 0,3% ao ano sobre o valor dos títulos.

Taxa cobrada pela instituição financeira que varia de instituição para instituição. O site do tesouro direto oferece um ranking das taxas das instituições financeiras.

 

Tesouro Direto Vale a Pena?

O Tesouro Direto vale a pena demais!

As principais vantagens são:

  • Você pode começar imediatamente a partir de apenas 30 reais;
  • Excelente opção em termos de rentabilidade;
  • As taxas de administração são muito baixas;
  • Você tem a possibilidade de diversificar seus investimentos, obtendo variadas rentabilidades, como pós-fixadas (pela taxa básica da economia), prefixadas e indexadas a índices de preços;
  • Você pode se garantir realizando poupança de longo prazo ao optar por títulos indexados a índices de preços, e ainda obtém rentabilidade real significativa;
  • Você pode gerenciar seus investimentos com comodidade, segurança e tranqüilidade;
  • Você investe com objetivos definidos e levando em conta fatores como: valor a investir, prazo, taxa de juros e riscos;
  • A liquidez é garantida pelo Tesouro Nacional;
  • Você tem maior poder de tomada de decisão e controle do seu patrimônio;
  • Os títulos públicos são considerados de baixíssimo risco pelo mercado financeiro.

E aí? Vai continuar deixando seu dinheiro na poupança?;)

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